Exames Nacionais e Testes Intermédios do 12º ano

ficheiro PDF

Neste local estão disponíveis todos os enunciados das provas nacionais (exames e testes intermédios) até à presente data. Juntamente com a prova encontra-se também disponível os critérios de correção, a resolução em formato escrito e a resolução em vídeo das questões. Estão também disponíveis para consulta as informações provenientes do IAVE sobre o Exame Nacional de Matemática A de 2017.

Enunciados e critérios de correção provenientes do IAVE - Instituto de Avaliação Educativa.
Propostas de resolução da APM - Associação de Professores de Matemática e da SPM - Sociedade Portuguesa de Matemática.



Informações sobre as Provas

bloco de notas

Ingresso na Universidade

Segundo a legislação atualmente em vigor, para poder concorrer ao ensino superior é necessário que o aluno comprove que possui capacidade para o poder frequentar. Isso é feito através das chamadas provas de ingresso (nalguns casos, também são fixados pré-requisitos, como por exemplo para seguir desporto). Ainda que possam existir outras formas, as provas de ingresso são concretizadas através de exames nacionais do ensino secundário. As provas de ingresso que são exigidas para cada curso são fixadas por cada instituição de ensino superior, não podendo, por norma, ser em número superior a dois.

folha de papel

Exames Nacionais

O Exame Nacional do 12º ano de Matemática tem por referência o programa de Matemática A. De acordo com o programa, é fundamental que o aluno consiga estabelecer conexões entre os diversos temas do programa. Neste sentido, o Exame Nacional procura integrar diferentes conteúdos da disciplina de Matemática. Por essa razão, no ano letivo de 2014/2015, pela primeira vez o Exame Nacional passa a abranger a matéria de todo o ensino secundário.

O Júri Nacional de Exames, está integrado na Direção Geral da Educação, e tem como atribuições a organização do processo de avaliação externa da aprendizagem, bem como a validação das condições de acesso dos alunos à realização de provas e exames e consequente certificação dos seus currículos. Por norma, este órgão publica na página do IAVE (Instituto de Avaliação Educacional), passadas poucas horas da realização dos exames nacionais, os enunciados e os respetivos critérios de classificação. Excecionalmente essa publicação pode ir até às 72 horas após a realização do mesmo. O código utilizado pelo IAVE para este Exame Nacional é o 635.

bloco de folhas

Testes Intermédios

Quando o projeto "Teste Intermédio" foi lançado pelo GAVE (agora designado por IAVE), ele era destinado apenas à disciplina de matemática. Mais tarde, a sua utilização, generalizou-se a outras disciplinas. O Teste Intermédio tem como principal finalidade permitir a cada professor aferir o desempenho dos seus alunos, utilizando como referência padrões de âmbito nacional. O teste intermédio também permite que o aluno se familiarize com os instrumentos de avaliação externa, processo a que todos estarão sujeitos no ano terminal das disciplinas. O principal objetivo dos testes intermédios centra-se na dimensão formativa que deve comportar, fazendo de cada aplicação um momento de avaliação interactiva que permita aos professores e aos alunos detetarem atempadamente eventuais fragilidades no domínio das aprendizagens. Ou seja, pretende-se que o processo de correção dos testes intermédios constitua um momento de reflexão partilhada entre o professor e cada aluno, em particular, e entre professores e o grupo turma, em geral.

Em 2014 o Ministério da Educação entendeu que em relação aos testes aplicados no 3.º ciclo do ensino básico e no ensino secundário, considerando as evidências que os relatórios de anos anteriores têm revelado, nomeadamente o facto de ser residual, ou mesmo impercetível, o seu impacto na melhoria do desempenho dos alunos, passados quase 10 anos desde o início do projeto, já não se justificar a sua continuidade nos moldes vigentes. Atendendo ao vasto espólio de itens disponíveis no Banco de Exames e Provas, considerou que ficou assegurada a possibilidade de estes itens serem usados na familiarização com as provas de avaliação externa ou na autoavaliação dos alunos, sendo a publicitação anual de novos testes uma ação redundante e que pouco acrescenta à informação já existente.