Exames Nacionais e Testes Intermédios do 9º ano

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Podem ser consultados, neste local, todos os enunciados das provas desde 2008 até à presente data. Estão também disponíveis para consulta as informações provenientes do IAVE sobre o Exame Nacional de Matemática do 9º ano de 2017. Até 2014, no 9º ano, foi realizado pelo menos um teste intermédio durante o ano. No entanto, o Ministério da Educação entendeu a partir de 2015 descontinuar essa prática. No final do ano, os alunos realizam um Exame Nacional, em que a nota de matemática tem um peso importante na nota final de ciclo. Apesar de ser um site sobre matemática, foi tomada a decisão, depois de termos recebido diversos pedidos por parte dos pais, de disponibilizar neste local os exames nacionais de português.

Enunciados e critérios de correção provenientes do IAVE - Instituto de Avaliação Educativa.
Propostas de resolução da APM - Associação de Professores de Matemática e da SPM - Sociedade Portuguesa de Matemática.



Informações sobre as Provas

folha de papel

Exames Nacionais

Na elaboração do Exame Nacional de matemática do 9º ano é utilizado como referência o Programa de Matemática do Ensino Básico. De acordo com o programa, os alunos devem ser capazes de estabelecer conexões entre diferentes conceitos e relações matemáticas e também entre estes e situações não matemáticas. Neste sentido, o exame nacional procurar integrar e articular vários conteúdos programáticos da disciplina. Os alunos internos do 9º ano são inscritos pelos serviços de administração escolar na 1ª fase das provas finais de ciclo de Português e de Matemática.

A ordem das perguntas pode não corresponder à sequência dos temas do programa.O Exame Nacional de matemática do 9º ano é constituído por dois cadernos (Caderno 1 e Caderno 2), apenas é possível utilizar a maquina de calcular no primeiro caderno. As perguntas podem ter como suporte vários documentos, tais como, textos, gráficos, tabelas de dados, figuras e mapas. As perguntas podem requerer o conhecimento de conteúdos relativos a mais do que um dos temas do programa.

Normalmente, no dia seguinte, é disponibilizado na página do IAVE (Instituto de Avaliação Educacional) os enunciados e os respetivos critérios de classificação. Excecionalmente este prazo pode ser alargado até 72 horas. O código utilizado pelo IAVE para este Exame Nacional é o 92.

bloco de folhas

Testes Intermédios

Inicialmente os Testes Intermédios destinavam-se a serem utilizados como instrumentos de avaliação. No entanto, esse conceito inicial tem vindo a mudar. Assim, para alguns alunos os testes intermédios podem ser utilizados como uma preparação para o exame nacional uma vez que o teste permite que estes tenham um primeiro contacto com a forma como são elaboradas as provas de avaliação externa. No entanto, a sua principal finalidade, neste momento, é permitir que cada professor possa medir o desempenho dos seus alunos, utilizando como referência padrões de âmbito nacional.

Quando o projeto "Teste Intermédio" foi lançado pelo GAVE, ele era destinado apenas à disciplina de matemática. Mais tarde, a sua utilização, generalizou-se a outras disciplinas. Quando os Testes Intermédios foram criados, pretendeu-se desde logo salvaguardar a autonomia das escolas. Por esse motivo compete aos órgãos de decisão pedagógica e executiva decidir: (a) sobre a adesão ao projeto; (b) quais os testes a realizar; (c) contabilização da nota do teste para efeitos de avaliação interna dos alunos. Se a escola decidir aderir ao projeto ela deverá assegurar que a realização do teste intermédio respeita os critérios fixados pelo IAVE.

Os testes intermédios são realizados ao mesmo tempo em todo o território nacional. Respeitando o horário de cada escola, eles terão início dentro do horário fixado pelo IAVE. O início de cada teste intermédio pode ser antecipado meia-hora (no máximo) em relação ao horário previsto, se isso for necessário para garantir o bom funcionamento das restantes atividades letivas. Por norma, no dia seguinte à realização do teste o IAVE publica na sua página da Internet o enunciado e os critérios de correção.

Em 2014 o Ministério da Educação entendeu que em relação aos testes aplicados no 3.º ciclo do ensino básico e no ensino secundário, considerando as evidências que os relatórios de anos anteriores têm revelado, nomeadamente o facto de ser residual, ou mesmo impercetível, o seu impacto na melhoria do desempenho dos alunos, passados quase 10 anos desde o início do projeto, já não se justificar a sua continuidade nos moldes vigentes. Atendendo ao vasto espólio de itens disponíveis no Banco de Exames e Provas, considerou que ficou assegurada a possibilidade de estes itens serem usados na familiarização com as provas de avaliação externa ou na autoavaliação dos alunos, sendo a publicitação anual de novos testes uma ação redundante e que pouco acrescenta à informação já existente.