Vê com atenção o vídeo que contém a explicação da matéria. De seguida, imprime a ficha de trabalho e tenta resolver o máximo de exercícios que conseguires sobre este tema. Se tiveres alguma dúvida nos exercícios que disponibilizamos, consulta a resolução proposta ou coloca uma questão no fórum. Bom estudo!
O ângulo é a região do plano delimitada por duas semiretas com a mesma origem. Essas duas semiretas dividem sempre o plano em duas regiões distintas. Uma delas é conhecida por ângulo convexo enquanto que a outra é conhecida por ângulo côncavo. Por convenção, sempre que nos referimos a um ângulo, se nada for dito em contrário, estamos a falar do ângulo convexo.
Os ângulos podem ser classificados de diversas formas. Uma dessas formas está relacionada com a amplitude do ângulo. Assim, consoante a amplitude, temos ângulos agudos, retos, obtusos, rasos e giros. Se quiser imprimir um resumo desta classificação poderá fazê-lo acedendo à página com a Classificação dos Ângulos.
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A explicação sobre a forma como se dá nome aos ângulos (segundo o movimento dos ponteiros do relógio) pareceu-me confusa e ainda fiquei com a impressão que na sequência, a Inês confundiu-se. Além disso, não ficou claro que na resolução dos exercícios esse critério tenha sido utilizado. Gostaria que comentasse.
Olá João,
De facto essa convenção nem sempre é utilizada. Já vi manuais de diferentes editoras a utilizarem diferentes formas de nomear os ângulos. Acho que é algo que não é consensual ou então não há grande cuidado em relação à sua utilização. Em todo o caso, se estiver interessado em conhecer a forma correta de nomear os ângulos, aconselho a leitura do seguinte artigo que penso que irá ser esclarecedor.
No exemplo da aula ao falar da representação do ângulo, fala-se no sentido dos ponteiros do relógio, e diz AÔB, que teria uma amplitude de 70º neste caso, mas e se eu me quisesse referir ao ângulo obtuso (290º) que delimita o outro semi-plano? Seria BÔA? No video não fica muito claro que devemos começar com um ponto, e que a escolha desse ponto vai definir que ângulo formamos, pois o sentido será sempre o dos ponteiros do relógio. A escolha do ponto de partida parece ser fulcral aqui.
O meu comentário anterior está mal formulado. Quero é dizer que no video fala do angulo BÔA, para se referir ao ângulo de amplitude 70º, e creio que se estivêssemos a falar desse ângulo de 70º deveríamos representá-lo como AÔB. Segundo o que entendi, o correcto seria AÔB tem 70º, e BÔA tem 290º, estando sempre a seguir o sentido dos ponteiros do relógio. O problema aqui surge porque a menina escreve BÔA e fala em 70º, e o BÔA seria 270º. Ou estou a fazer confusão?
No seguimento da minha questão, no exercício 1, acho que o enunciado deveria ser CÔD = 1/3 x DÔB, porque BÔD (o que aparece no enunciado) seria o ângulo obtuso de 270º, ou estou a dizer alguma asneira?
Olá João,
Entendo perfeitamente a sua dúvida, mas temos que analisar o contexto em que o exercício é apresentado. Sendo esta uma aula do 5º ano, então é indiferente referir-me ao ângulo AÔB ou BÔA. Em ambos os casos trata-se do mesmo ângulo, que por convenção é o menor ângulo formado pelas semiretas `dotOA` e `dotOB`. Que neste caso terá uma amplitude de 70º. Em contextos mais avançados, em que os alunos estão familiarizados com ângulos orientados, então podemos fazer a distinção. Nesse cenário mais avançado, se o ângulo AÔB tiver 70º de amplitude, então o ângulo BÔA vai ter de amplitude -70º ou 290º, dependendo da orientação do ângulo.
Já vi que o Vítor tinha respondido a esta questão anteriormente noutro sítio. É que a dúvida permanece... no exemplo da aula temos AÔB, que representa o ângulo convexo, mas e se eu quisesse explicitamente falar do outro ângulo, do côncavo? A lógica, na minha cabeça, seguindo a regra dos ponteiros do relógio, seria BÔA, dando a ideia que o plano seria formado pela semireta OB que iria varrer como se fosse um ponteiro todo o semi-plano côncavo (a região maior).
Olá João,
Nesse caso, se pretender referir-se ao ângulo côncavo, então o ideal é mencionar isso explicitamente no texto. Isto porque, vamos sempre assumir que se trata do ângulo convexo, independentemente da ordem das letras.
No exercício 2 torna-se nítida a "falta" de regras para identificar os ângulos. Designamos o ângulo agudo por RÔQ, mas depois para o outro, que é reto, dizemos PÔR. A pergunta é: para manter uma codificação concordante não seria lógico designar este último por RÔP? Acho que tinha lógica mantermos coerência no sentido que tomamos para desenhar o ângulo. Só consigo compreender esta "liberdade" se for como o Vítor disse; devemos sempre considerar por defeito o ang convexo.
No exercício 3 fala em bissetriz, mas acho que isto não foi falado durante as aulas até este ponto. Ou foi? será que é abordado posteriormente?
Olá João,
Apesar de tentarmos englobar toda a matéria que é lecionada ao longo do ano escolar, nem sempre isso é possível. Pretende-se que isto seja um site de apoio ao estudo, mas de forma alguma, pretendemos substituir o papel do professor, nem daquilo que é ensinado em sala de aula. Por esse motivo, existem alguns conceitos que são abordados na escola, que podem não ser mencionados aqui. Ou seja, pressupomos que o aluno já possui algumas bases e que continua atento a tudo o que é ensinado em sala de aula. Muitas vezes os alunos que frequentam explicações de matemática, esquecem-se que estas funcionam como um complemento da aula. A ideia por trás deste projeto é idêntica, auxiliar os alunos no estudo, de forma a que possam colmatar as suas dificuldades de aprendizagem.
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